15.01.2010
Primeira casa: Convento e Igreja São Geraldo, 1929
Criação da Região: 11/09/1984
Membros: 41 (14/12/2008)
História
O território missionário do Haiti foi confiado à Província de Santana de Beaupré (1900) em 17 de maio de 1980. Foi erigido oficialmente como Região missionária de Porto Príncipe no dia 11 de setembro de 1984.
Estatísticas
A Região de Porto Príncipe conta com 41 membros Redentoristas: 19 sacerdotes ordenados, dos quais dois são estrangeiros; um diácono a caminho do sacerdócio; dois irmãos de votos perpétuos; 19 estudantes professos e cinco pré-noviços.
Os confrades estão distribuídos em seis casas, cinco das quais estão no Haiti e uma em Guadalupe, na ilha Marie Galante. A casa mãe está situada
Situada em Jérémie à Source Dommage, à beira-mar, a casa Santo Afonso abriga o pré-noviciado e o noviciado. Em 2008, ela recebeu cinco novos pré-noviços. Duas paróquias de Château e de Fonfrède, na diocese de Cayes, estão sob a nossa responsabilidade. A casa de Grand Bourg (ilha Marie Galante) é onde moram nossos três confrades em missão em Guadalupe; atendemos a três paróquias desta ilha: Imaculada
Iniciativas –
Como o número dos confrades haitianos crescia constantemente, decidimos ampliar desde 2003 o nosso campo pastoral na Região. Até então, a nossa pastoral se limitava a dois lugares principais: a
Trabalhos apostólicos
A missão popular nos permite guardar certa proximidade com os pobres e dar um testemunho de Igreja em lugares onde muitos não podem ou não querem ir. Com a colaboração dos estudantes, um confrade coordena as atividades missionárias da Família Alfonsiana. Já percorremos mais de uma dezena de paróquias na arquidiocese de Porto Príncipe.
O ministério paroquial
Continuamos a acompanhar a Sagrada Família. São leigos que se reúnem em vista de reforçar as famílias cristãs e realizar missões junto às pessoas abandonadas da zona rural do Haiti. Colaboramos com eles no trabalho de evangelização.
Um ministério muito significativo de nossa região é a celebração do sacramento do perdão. Certas pessoas chegam a nos identificar por este ministério.
Com a Família Alfonsiana, organizamos a pré-missão, etapa em que preparamos as pessoas para viver a missão; a grande missão de duas ou três semanas e seu retorno durante o qual aprofundamos o que foi realizado. A nova missão da República Dominicana nos vai sensibilizar ainda mais à causa dos compatriotas haitianos que vivem na República Dominicana em condições frequentemente desumanas. Isto vai manter constantemente a Região com as motivações primeiras que estão na origem da fundação da Congregação: os mais pobres e os mais abandonados.
A missão de Guadalupe deu maior expansão à Região. De repente, a sua dimensão internacional se ampliou. Graças às recentes iniciativas, a mentalidade evoluiu muito: a Região se abre para o mundo e para as outras Unidades da Congregação.
Problemas e desafios
Os desafios que enfrentamos referem-se à formação de nossos jovens estudantes, à missão, ao apostolado entre os jovens, ao autofinanciamento e às demasiadas dispersões.
Formação
A formação de nossos jovens continua sendo uma de nossas prioridades. Os jovens mostram lacunas sérias quando à formação intelectual, em consequência do descalabro do sistema educacional no país. A Região, não obstante seus poucos recursos, permite bastantes esforços e mobiliza muitos recursos humanos e materiais para este fim. Eles precisam de mais enquadramento. O que daria lugar à separação do escolasticado em duas seções: filosofia e teologia. Deseja-se ardentemente um melhor discernimento em todas as etapas da formação.
Missão
Desde 1998, recomeçamos com as missões populares, tanto em nossa paróquia de São Geraldo como em Carrefourfeuilles, onde o mês de julho é proclamado “mês de missão”, como em outras paróquias da arquidiocese de Porto Príncipe com a Família Alfonsiana. Reforçar este reagrupamento por meio de sessões de formação para os leigos que colaboram conosco é uma urgência, e o discernimento de novos métodos adaptados à realidade da nova evangelização é todo um desafio a enfrentar.
Apostolado entre os jovens
Os jovens representam a metade da população haitiana; estão entre as categorias mais abandonadas. Não podemos falar de missão sem fazer referência a esta faixa da população. Para isto, precisamos de um engajamento concreto junto deles por meio de uma dinâmica pastoral da juventude, que seja ao mesmo tempo adaptada à situação atual deles como jovens e também de acordo com o carisma alfonsiano.
Dispersão e autofinanciamento
A dispersão dos membros no exterior e o autofinanciamento constituem os maiores problemas para os quais temos de encontrar soluções.
Autor: C.Ss.R. - Conspectus Generalis 2009